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Mitos e crenças populares sobre os medicamentos caseiros!

Os medicamentos naturais são componentes de células, excreções, compostos de extratos ou minerais
derivados de animais ou vegetais, utilizados com fins medicinais. Em alguns casos, parte destes vegetais e
animais são consumidos em seu estado natural, já em outros casos, são objetos de um processamento muito
simples, como o de secagem. Algumas partes dos animais e vegetais são utilizadas para fins medicinais, já
em outros casos são utilizadas em seu estado natural para a produção de extratos ou outros compostos
processados.

Em todo o mundo as pessoas usam remédios caseiros e recorrem a tratamentos dos chamados “médicos tradicionais” e líderes espirituais. Há centenas de anos que, em alguns lugares, os costumes antigos e os tratamentos tradicionais têm sido transmitidos de pais para filhos.

Muitos problemas de saúde resolvem-se bem com meios, hábitos e crenças tradicionais e outros apenas podem ser resolvidos com tratamentos modernos. É importante respeitar os hábitos e tradições locais da população. Existem crenças, atitudes e hábitos da comunidade que são benéficos e que ajudam a resolver alguns problemas de saúde.

Quer os remédios caseiros, ou os receitados pelos “médicos tradicionais” ou líderes espirituais, quer os  medicamentos modernos ou caseiros, devem ser tomados com cuidado, obedecendo a doses corretas, e em muitos casos consultar um profissional antes de se aventurar e experimentar sequelas irreversíveis para o organismo.

Não prejudicar ninguém. Só se deve usar ou recomendar remédios caseiros quando se tem a certeza de que eles não fazem mal e se sabe exatamente como devem ser utilizados. O melhor é a recomendação do especialista na área da saúde alternativa.

Remédios caseiros que ajudam

Ao longo dos anos, se foi comprovando que, para certas doenças, os remédios caseiros funcionam tão bem como os medicamentos modernos e às vezes ainda melhor. Aqueles são geralmente mais baratos e, em alguns casos, mais seguros ou menos perigosos.

Por exemplo, muitos chás de ervas que as pessoas tomam em casa para o tratamento da tosse e das constipações são melhores e causam menos problemas do que os xaropes para a tosse e outros medicamentos que alguns médicos receitam. Também alguns líquidos caseiros, como a água de arroz e a água de lanho, são geralmente eficazes para o tratamento da diarreia. O mais importante é que o bebê com diarreia beba muitos líquidos. Mas não deixe de consultar o especialista para um diagnostico mais exato e efetivo.

Limitações dos remédios caseiros

Algumas doenças podem ser aliviadas com remédios caseiros. Outras só podem ser tratadas com medicamentos modernos, como é o caso da maior parte das infecções graves. Doenças como a malária, a cólera, a pneumonia, a meningite, o tétano, a tuberculose, as infecções de transmissão sexual e a febre que ocorre depois do parto devem ser tratadas, o mais rapidamente possível, com medicamentos modernos.

As crianças com convulsões (ataques) ou respiração rápida, ou as que não conseguem beber ou mamar, também devem ser tratadas com medicamentos modernos. Para estas doenças, não se deve perder tempo em querer tratálas primeiro apenas com remédios caseiros.

Métodos antigos e novos

Alguns métodos modernos que vão ao encontro das necessidades de saúde, funcionam melhor do que os antigos. Mas, às vezes, as tradições antigas são melhores. Por exemplo, os métodos tradicionais de cuidar das crianças ou das
pessoas idosas são muitas vezes mais carinhosos e assim funcionam melhor do que alguns métodos modernos.

Por exemplo, há poucos anos atrás todos pensavam que o leite da mãe era a melhor forma de alimentação para um bebé recém-nascido. Tinham razão! Depois, as grandes companhias produtoras de leite artificial começaram a
dizer às mães que era melhor alimentar os bebés com biberão. Mesmo não sendo verdade, isso levou a que muitas mães acreditassem naquelas companhias e começassem a alimentar os seus bebés com biberão. E o resultado
foi que milhares de bebés têm sofrido, desnecessariamente, e morrido de infecções ou de fome. Por estas razões, o aleitamento materno continua a ser a melhor opção.

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